Por Globoesporte.com — Rio de Janeiro

A expectativa para que Neymar fosse uma das estrelas da Copa do Mundo era grande, mas o desempenho que o atleta apresentou foi bem abaixo do esperado. As muitas vezes em que o principal jogador da seleção brasileira ficou no chão, seja por simulação ou por sofrer muitas faltas, renderam os mais variados tipos de memes feitos por internautas no mundo inteiro.

O que está viralizando na rede agora é um “conjunto de memes” feito pelo designer Luciano Jacob, de Curitiba. Ele reuniu vários momentos do atacante da seleção brasileira no chão durante o Mundial e criou uma espécie de nova fonte de escrita.

Para isso, ele pegou vários frames (imagens pausadas) de momentos do Neymar no chão, criou outras imagens e as comparou com as letras do alfabeto. Surgiu aí a “Ney Type” ou “Fonte Neymar”, em que o craque aparece representado em 26 letras do alfabeto.

Mas esse meme do autor também se trata de uma homenagem à seleção brasileira. Ele diz que, com as quedas, Neymar queria apenas passar a mensagem que o Brasil será hexa em 2022.

Investir no visual é uma das dicas, afinal, as cores têm o poder de repelir ou atrair as pessoas. Vamos conhecer mais?

Lembra-se do cartão pessoal usado em visitas de negócios? Sua função é de apresentar o dono do cartão e estabelecer uma futura oportunidade de diálogo, networking e principalmente, a de facilitar negociações comerciais. Pois bem, a lembrança do cartão é válida para compreender a relevância que um site tem para as empresas. É, portanto, o cartão de visita das organizações e tem funções semelhantes aos cartões pessoais.

Investir no visual é uma das dicas, afinal, as cores têm o poder de repelir ou atrair as pessoas. Não é a toa que os sites mais criativos e que lembram os layouts de redes sociais possuem maior aceitação com o público consumidor. Além disso, não se deve esquecer o propósito profissional do site, então, tudo que estiver contido nele deve ter esse caráter. Afinal, não é o lugar para colocar informações desnecessárias e não vinculadas à empresa. A linguagem, por sua vez, tem de ser impecável, pois o cliente pode estranhar os erros, por mínimos que sejam.

Geralmente, sites profissionais de empresas são acessados tanto por novos clientes quanto por aqueles já fidelizados. Mesmo com propósitos diferenciados, afinal, um pretende conhecer a organização e outro pode apenas querer consultar um detalhe, o site se encaixa nessas duas intenções. Além disso, ele é fundamental por trazer dados relacionados às seções abaixo:

# História da empresa

O novo cliente, que ouviu falar da organização pelo conhecido marketing “boca a boca”, encontra nessa parte todas as informações da empresa referentes à fundação, membros fundadores, ramo de atuação, entre outras.

# Dados gerais

Todas as indicações da localização física da(s) unidade(s), fotos tanto do espaço físico quanto dos produtos ou bens oferecidos, links para as redes sociais da empresa, entre outras.

# Apresentação dos produtos

Nessa seção, há o detalhamento daquilo que é vendido, com as características específicas dos produtos, as indicações de uso e sugestões de itens semelhantes.

# Técnicas comerciais

O site pode oferecer ainda botões,os quais permitem a compra online, com a comodidade reconhecida na transação. Há também a possibilidade de divulgação de promoções, pacotes especiais ou sorteios.

# Relação com o cliente

Sem dúvidas, é nesse ponto que o site tem maior relevância, afinal, todos os anteriores se justificam pela missão diária de agradar o cliente. Portanto, responder dúvidas e ler sugestões, reclamações e elogios são fatores muito importantes, e irá ajudar a empresa a se manter sempre atualizada diante do gosto dos seus consumidores.

A profissão designer tem se tornado uma das mais procuradas pelos jovens no mercado de trabalho – e uma série de fatores levam a isso. A identidade visual, assim como a forma e o posicionamento da marca, atualmente, são fatores mais importantes do que nunca.

Isso porque as pessoas procuram por produtos que, além de úteis e interessantes, são também bonitos e personalizados. Sem falar, é claro, da importância do design em qualquer outro segmento (nas páginas de internet, nas roupas e, basicamente, em tudo aquilo que nos cerca).

É muito comum, entretanto, pensar que o designer tem uma área de atuação limitada. Foi-se o tempo em que esse profissional poderia trabalhar apenas em uma agência de publicidade com photoshop: por causa da importância do visual de tudo, seu campo de atuação foi ampliado.

É claro que isso depende de sua especialização, que é também importantíssima para sua carreira. Mas a verdade é simples: você, como designer, pode trabalhar com uma série de opções no seu futuro.

E aí, está em dúvidas do que fazer com o seu diploma? Continue nos acompanhando e saiba as diferentes atuações da profissão designer!

Programação Visual

A programação visual é a área mais comum e mais conhecida dentre as carreiras que um designer pode seguir — inclusive, nós até já comentamos sobre ela. Trabalhando com isso, você atuará nas agências de publicidade criando peças gráficas, logos, identidades, produtos audiovisuais e o que mais for necessário para o cliente que estiver atendendo.

Apesar de ser o recorte mais procurado pelos designers, ele não está saturado no mercado de trabalho. A profissão designer está em alta (por aquela série de motivos que já citamos) e, caso você seja bom de serviço, vai conseguir seu espaço facilmente.

Desenho Industrial

Ainda não tão explorada quanto deveria, a área de desenho industrial é uma das melhores para o designer em termos financeiros, principalmente porque você só trabalharia com produções de alto valor. Carros e demais automóveis, máquinas e uma série de equipamentos industriais são apenas alguns dos produtos que você mesmo desenvolveria trabalhando com desenho industrial e, por isso, é preciso que você se especialize para conseguir um bom cargo na área.

Além disso, o desenho industrial permite que você trabalhe em empresas de diferentes tamanhos. No caso das de grande porte (até mesmo as indústrias em si), você trabalhará diretamente com engenheiros mecânicos, por exemplo, fazendo parte ativa da concepção do produto — para muito além do visual.

A área de digital é apenas uma das opções na profissão designer

Design Digital 

design digital é uma área enorme e engloba uma série de outras vertentes que você poderá seguir como profissional de design. Com essa especialização, é possível que você trabalhe com tudo aquilo que engloba o virtual, principalmente com interfaces dos produtos digitais (sites, hotsites, blogs, etc.). Mas o trabalho do designer nesse campo não se limita simplesmente à produção desse conteúdo ou personalização dele. E por quê?

A experiência de um usuário, digitalmente falando, é muito importante para a percepção dele em relação a uma marca. Por isso, além de deixar os produtos esteticamente agradáveis, o designer também precisa ter em mente a experiência do usuário com aquele site ou aplicativo (deve ser dinâmica e muito clara, intuitiva, sem deixar dúvidas).

Esse trabalho é chamado de UX (User Experience) e é muito demandado nas maiores empresas do mercado: na Leroy Merlin, por exemplo, um UX pode chegar a ganhar $10.500 mensais.

Design Gráfico

O design gráfico em si está diretamente ligado a publicações impressas, ou seja, aquilo que não ficará apenas no formato digital. Dessa forma, é muito comum que essa profissão exija muito conhecimento de diagramação, por exemplo, que anda de mãos dadas com os jornais e revistas.

Esse é um trabalho extremamente delicado, porque é preciso um grande conhecimento de produção também — qual o melhor papel para imprimir o seu material, a melhor gramatura, a diferença entre as cores no computador e na impressão, etc. E esse conhecimento vem apenas com bastante experiência!

Além de poder trabalhar em agências também, o designer gráfico pode atuar em editoras, jornais, revistas e qualquer outro local com produção de material próprio. O salário costuma variar bastante pela abrangência da área, mas o mercado de trabalho, apesar de competitivo, está cheio de espaço pela demanda intensa e contínua de profissionais.

Quem deseja entrar na profissão designer também pode atuar com criação de produtos

Projeto de Produto

Enquanto o desenho industrial gira em torno da produção de itens de maior porte e em larga escala, o projeto de produto abrange qualquer tipo de produto em menor escala. Sendo assim, ao escolher essa área para seu futuro, você poderá trabalhar com uma série de opções que tangem não apenas o aspecto visual, mas também funcional daquilo que você criar. É sempre importante lembrar-se, na verdade, que o designer não trabalhará nunca apenas com o visual — de nada adianta algo ser bonito se não for útil e, de fato, funcione.

A área de projeto de produto é interessante exatamente pelo leque de possibilidades: você pode trabalhar produzindo algo que realmente goste. Móveis, roupas, utensílios domésticos e até tecnologia (como headphones ou um tablet, por exemplo) estão inclusos nessa enorme lista.

Artes

É claro que você pode trabalhar com qualquer uma das opções que apresentamos acima. No entanto, é bastante comum que muitos designers escolham a graduação como forma de se desenvolverem e especializarem em algo que já amam: arte!

Olha só com o que você pode trabalhar artisticamente sendo formado em design:

Fotografia

fotografia é um trabalho incrível, mas que fica ainda mais profundo e técnico com o olhar de um designer formado. Além disso, dentro da própria área de fotografia existe uma série de carreiras diferentes que você pode seguir.

O trabalho como fotógrafo de eventos e ensaios é o mais comum, mas existe também a possibilidade de trabalhar com fotografia de produto, ser videomaker, etc.

Ilustração

Para você que gosta de desenhar, a ilustração pode ser o caminho certo! Além de produzir os seus próprios materiais e vender para galerias, por exemplo, ou expor da melhor forma que conseguir, você pode também ser contratado por empresas e criar ilustrações para campanhas ou outros projetos — sem deixar de colocar o seu toque e personalidade em tudo, é claro!

Viu só como a profissão designer é muito mais ampla do que imaginamos? Se esse post abriu sua cabeça e te mostrou novos caminhos que podem ser seguidos, não deixe de compartilhar nas redes sociais e mostrar para todos como é possível atuar de diferentes maneiras com a sua graduação!

Escolher o logotipo de um empreendimento é mais ou menos como escolher a roupa que você vai vestir: se quer impressionar alguém, capriche. O logo é a cara da sua empresa. É ele que vai representar seu negócio durante a conquista de clientes.

É fundamental que o logotipo seja criado de forma correta, de modo que permita uma boa comunicação, capaz de fazer com que, sempre que o virem, os clientes se lembrem do seu negócio. Definitivamente, que seja sua marca.

É importante que você já tenha em mente o que quer desenvolver e saiba procurar pessoas bem qualificadas para colocar suas ideias em prática. Se possível, faça pesquisas com o seu público-alvo para descobrir o design mais apropriado.O logotipo deve ser simples e objetivo, nada de muito complexo, senão você acaba confundindo quem olha pra ele. Também não copie características de outro que já tenha visto, crie sua identidade.
Fixação da marca

Quando é criado um logo, também é o início da fixação da sua marca com os consumidores. Eles aprenderão a associar aquele logo com os produtos ou serviços desenvolvidos pela sua empresa e esse é um ponto especial.

Diversos fatores são essenciais na hora da escolha do logotipo, como área de atuação, perfil da organização, tipo de produtos, público-alvo, entre outros. Não há exatamente uma regra para que seja escolhido o logo, mas esses fatores podem ajudar muito.